Vamos dar uma atualizada em algumas das bobagens que andei escrevendo em posts anteriores.
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Com o anunciado fim da revista Bizz – aliás, nunca vi um fim tão anunciado – creio que meu artigo GENTE QUE NÃO SABE OUVIR, GENTE QUE NÃO SABE LER merece uma releitura. Né não? Em tempo: a Bizz sai das bancas, mas o site continua.
E por falar em site… Em O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO: O LIVRO QUE INVENTOU UMA GERAÇÃO, eu corrigi um lance na introdução do texto. Passei uma linha sobre o termo “finada revista” que precedia a citação à Rock Press. Fui admoestado pela editora do site – revista eletrônica, revista eletrônica! -, minha amiga Cláudia. Ela afirma que a revista não acabou, apenas saiu do papel. Tá corrigido! Em tempo II: entrou no ar na RP uma enquete sobre os dez anos de lançamento do OK computer.
À luz dos aberrantes ataques feitos por aquela patota de mauricinhos sociopatas da Barra, vale a pena repensar algumas idéias que joguei em KIDS + FARGO = ALPHA DOG. Não há nada mais perigoso que um criminoso jovem – que junta a imaturidade natural àquela sensação de invencibilidade típica da pós-adolescência. Pior mesmo é quando, como no(s) caso(s) em questão, os criminosos têm a certeza da impunidade, garantida pelo $$$ e/ou prestígio de papai & mamãe. Quer dizer, tinham, né? Vale o comentário que ouvi (ou li) um dia desses por aí: “Deixa esses caras trancados dois dias num presídio feminino, pra eles verem o que é bom pra tosse”.
Mais uma sobre a resenha do Alpha dog: a pedido do Marcel Plasse, cedi o texto para publicação na revista Pipoca Moderna. Deve sair no próximo número, em uma versão ligeiramente editada. Cool, innit?
O Nomínimo acabou mesmo, conforme predito em UM LAMENTO E UM ESCLARECIMENTO. Já o site no qual eu (oficialmente, por enquanto) ainda trabalho segue desativado. O S.O.S. que postei em ESCREVO POR UM PRATO DE COMIDA está valendo.
Alguns dias depois de eu ter publicado FIRST ISSUE + METAL BOX, recebi, com gáudio, meu exemplar do Second edition, comprado via Amazon (meros US$ 9,99, na promoção 4-for-3 Music). Fiquei felizão. Mesmo com o extorsivo imposto de 60% que a alfândega bota em cima do valor do pedido – valor BRUTO, incluindo o frete! – ainda valeu muito à pena.
Mais uma da Oi FM. Além de exigir que os ouvintes paguem para saber o nome das músicas que tocam na rádio (conforme relatado em DISQUE OI PARA O JABÁ), a emissora conclama o público a ajudar na programação. Funciona assim: no momento em que você ouve a música, pode enviar um torpedo dizendo se gosta ou não da tal canção. Se a música tiver número tal de votos negativos, sai da playlist. Tudo por um precinho módico, claro: R$ 0,49. Fê-lo-me-nau.

Julho 15, 2007 às 5:24 pm
Pô, Bart, fala a verdade: você tava louquinho para escrever na Bizz, mas não conseguiu, né? Parece aquela história da raposa e as uvas…